" Paz das montanhas, meu alívio certo! "

04/01/2016

Festa do azeite - Pincães


A pedido da ADICP - Associação Dinamizadora dos Interesses dos Comprades de Pincães divulgamos o evento "Festa do Azeite".


11/06/2015

Lírios do Gerês

          Passou mais um ano e os lírios já florescem de novo na serra. No ano passado encontrei uma encosta com dezenas deles, ver http://cabradogeres.blogspot.pt/2014/06/ja-ha-lirios-na-serra.html, este ano caminhei até à referida encosta e só encontrei alguns exemplares e muito dispersos. Provavelmente este ano a floração ocorreu mais cedo. Deixo aqui algumas fotos dos exemplares que encontrei.













23/02/2015

Soajo a preto e branco

Uma reportagem da RTP sobre um jovem casal que resolveu viver no Soajo.


"Jovem casal trocou a cidade pelo campo e vive de forma ecológica"

 

"Respeitar o ambiente exige por vezes mudanças radicais na nossa vida. Mostramos-lhe agora um desses exemplos de grande e saudável transformação. Dois jovens que decidiram ser felizes no campo e que tornaram as suas vidas mais sustentáveis e ecológicas." 

Para ver e reflectir.






09/02/2015

A Casa do Gaiãis

Por consulta do antigo mapa miltar, de 1949, o número 18, correspondente à zona de Pitões das Júnias podemos por reparar numa curiosa toponímia, a Casa do Gaiãis. Esta referência desaparece por completo nos mapas miltares mais recentes.
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Quem seria o Gaiãis e o que o levou a construir a sua casa num sítio tão remoto e tão distante da aldeia de Pitões? O que resta da sua casa?

Com estas perguntas em mente resolvemos caminhar até à referida "casa". O caminho não é difícil, é um pequeno desvio ao trilho tradicional para a capela de S. João da Fraga. Na altura não havia trilho definido nem mariolado e foi difícil dar com as ruínas, passamos a 10 metros delas e não demos com elas, só a intuição nos levou ao sítio exacto. Infelizmente só restam algumas pedras ao alto, as ruínas de uma antiga edificação.

Curiosamente depois da nossa visita o povo de Pitões recuperou alguns trilhos antigos, abriu um novo trilho para a referida casa e limpou o mato que cobria a ruína. Em conversa com os locais foi desvendado parte do mistério, já ninguém se lembra do Gaiãis, mas ouviram dos seus avós que, devido a uma doença de pele contagiosa (talvez a lepra), o  Gaiãis teve de sair da aldeia, levar a sua fazenda e viver o resto dos seus dias longe do contacto humano.

Será verdade? Talvez? Quem sabe?

Vergadas

Ruínas da casa do Gaiãis


vale do Tulha
Capela de S. João